quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Filme “Bem me quer mal me quer”

Filme “Bem me quer mal me quer” e a presunção de inocência

Em “Bem me quer mal me quer” - À la Folie... Pas du Tout , francês, estrelado pela linda Audrey Tautou, da direção de Laetitia Colombani, 

a qual já fez produções emblemáticas, 
e ainda o recente filme do Código da Vinci, 
me parecia a primeira vista mais uma comédia romântica, 
do estilo daquelas que vemos outras em grande número, 
mas quando vi era um grande questionamento de moral e de ideias pré-determinadas. 

Nos mostra até onde o nosso próprio mundo pode ser uma lente ao mundo fenomênico. 
A nossa idiossincrasia assim influi muito.
 O filme de início parecia um discurso feminista, 
mas aos poucos a coisa foi se invertendo. 
Derruba padrões.


Quando vemos novelas, 
percebemos aquela velha história, de homens infiéis, 
malandros e curtindo a vida com amantes. 
Ou vemos uma mulher histérica condenando tudo 
e projetando suas crises de relacionamento em modo a culpar os outros, 
ou 
mesmo em julgar o mundo de perdido ou simplesmente o colocando de lado, frente aos valores, 
ditos líquidos por sociólogo Zigmunt Bauman. 

Fato é que nem sempre os padrões cabem e são tão óbvios. 
Vemos em muitas condenações e julgamentos a falta de devida prova, e condenações antes de se ter a mínima prova. 
Aquele que pratica um ato criminoso só pode ser condenado com a prova, e mesmo com a certeza de sua autoria. 

Também o louco ou alguém com transtorno é inocente, 
ou o que a lei chama de inimputável.


O filme se divide em duas partes, que quase se repetem, 
não fosse a inversão de ponto de vista. 
Mudar de sujeito para objeto, ou de sujeito para sujeito, altera muito a cognoscibilidade. 
Vemos que condenamos as pessoas com base em pré-conceitos indeterminados, e usamos de uma causalidade questionável. 
Essa causalidade já foi criticada em trabalho empirista de filósofo David Hume, onde na verdade vemos fatos e coisas sem qualquer ligação. 
Assim o homem pode ser fiel sim, 
cuidar da esposa e respeitar sua vida e situação. 
O que o corrompe é muitas vezes a sociedade, como mostrou Rousseau. 
E a sua ética é um meio, e não um fim, como demonstrou Kant.

Esse romance (imaginário) de uma artista plástica com um médico, 
em muito dá no início do filme que condenar. 
Achamos que ele trai a esposa e que é um canalha. 
Depois na outra versão notamos que a prova e a inocência está mais a favor de outra situação, 
e que o filme supera em muito aquelas comédias românticas de costume. 

O filme explora a erotomania dela e assim, um transtorno psicológico. 
Nesse a pessoa se apaixona e por qualquer sinal da pessoa amada, 
se vê também amada. 
Mas na verdade nada existe, 
e apenas há na cabeça da pessoa esse evento. 
O filme é assim um dos que tenho na prateleira, e ainda mais com a linda Audrey. Gosto dela porque é engraçada e não passa aquela coisa de outras atrizes, 
como de filmes que parecem duvidosos, 
de outras produtoras e países. 

Por fim, o condenado previamente se torna depois inocente, 
pelo final que se percebe no filme. 
A inocência tem de ser mesmo presumida, e não a culpa. 
Fica a lição de penalistas e juristas. 
A causalidade precisa ser revista em nós.


Fonte: 
http://filmesefilosofia.blogspot.com.br/2015/01/filme-bem-me-quer-mal-me-quer-e.html

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terça-feira, 15 de novembro de 2016

A Esperança

Vamos começar nossa aula vendo o vídeo:

a

Agora vamos ler o texto no link abaixo:

***Agora faça uma lista de atitude concreta e decisiva você pode tomar para este final de ano:

domingo, 13 de novembro de 2016

A Ética e o Idoso: na escola, a terceira idade entra em ação!

1. Acessar a aula no link
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=24854

Mudanças Climáticas
2. Para mais informações, acessar o link: http://www.comciencia.br/reportagens/envelhecimento/texto/env02.htm )

Responder:
a - O envelhecimento da população influencia em que?
b - A Política Nacional do Idoso, estabelecida em 1994 (Lei 8.842), criou quais normas para os direitos sociais dos idosos?
c - De acordo com membros do Ministério Público, quais são as deficiências da Política Nacional do Idoso?
d - qual a idade dos idosos?
e - População total e alfabetizada de idosos residentes, por grupos de idade - Brasil

Grupos de IdadeTotalAlfabetizada
60 a 64 anos4.600.9293.259.833
65 a 69 anos3.581.1062.396.782
70 a 74 anos2.742.3021.755.984
75 a 79 anos1.779.5871.052.365
80 anos ou mais1.832.105956.989
Total14.536.0299.421.953
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000.


3. Prosseguindo, para ampliar as informações dadas aos alunos, exiba o vídeo “Idosos com vitalidade”
no link http://www.youtube.com/watch?v=JhuYDqrB_f0

“Envelhecer” – Albert Camus http://opinionsur.org.ar/joven/O-que-lugar-ocupam-os-idosos-na
“Que lugar ocupam os idosos na nossa sociedade?”)



Sugestão Filme:
No ano de 1970, 
em meio à ditadura militar no Brasil, o garoto Mauro (Michel Joelsas) 
se vê dando adeus aos pais, militantes de esquerda, 
que o deixam na casa do avô para “sair de férias”. 
O problema é que nem mesmo o menino chega e o avô morre, 
ficando aos cuidados do vizinho, o velho judeu Shlomo (Germano Haiut). Este homem acaba se tornando um avô adotivo para Mauro.




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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A Verdade

1º - Ouvir o vídeo



2º - Para acessar a aula clique em:




Indicações de leitura e vídeos:

 Sobre o subjetivismo leia: 

Sobre opinião e verdade: 
leia o texto de Hegel, Introdução à história da filosofia em http://www.ebah.com.br/content/ABAAAekOoAL/hegel-introducao-a-historia-filosofia 

Atividades:

 - Busque em dicionários e dicionários de Filosofia os termos
"gnosiologia‟, "epistemologia‟, "opinião‟ e "verdade e “conhecimento”.




- Escute a música e leia a letra de “Coisas que eu sei”, de Danny Carlos 

a) O que significaria ‘minha experiência’ e ‘meu pacto com a ciência’ na música?


b) O saber é sempre subjetivo?



c) O que pode ser um saber subjetivo e um saber objetivo?



- Escute a música e leia a letra de “diariamente”, de Marisa Monte

Diariamente


Compositor: Nando Reis
Para calar a boca: Rícino
Para lavar a roupa: Omo
Para viagem longa: Jato
Para difíceis contas: Calculadora

Para o pneu na lona: Jacaré
Para a pantalona: Nesga
Para pular a onda: Litoral
Para lápis ter ponta: Apontador

Para o Pará e o Amazonas: Látex
Para parar na Pamplona: Assis
Para trazer à tona: Homem-Rã
Para a melhor azeitona: Ibéria

Para o presente da noiva: Marzipã
Para Adidas: o Conga Nacional
Para o outono, a folha: Exclusão
Para embaixo da sombra: Guarda-Sol

Para todas as coisas: Dicionário
Para que fiquem prontas: Paciência
Para dormir a fronha: Madrigal
Para brincar na gangorra: Dois

Para fazer uma toca: Bobs
Para beber uma Coca: Drops
Para ferver uma sopa: Graus
Para a luz lá na roça: 220 volts

Para vigias em ronda: Café
Para limpar a lousa: Apagador
Para o beijo da moça: Paladar
Para uma voz muito rouca: Hortelã

Para a cor roxa: Ataúde
Para a galocha: Verlon
Para ser moda: Melancia
Para abrir a rosa: Temporada

Para aumentar a vitrola: Sábado
Para a cama de mola: Hóspede
Para trancar bem a porta: Cadeado
Para que serve a calota: Volkswagen

Para quem não acorda: Balde
Para a letra torta: Pauta
Para parecer mais nova: Álbum
Para os dias de prova: Amnésia

Para estourar a pipoca: Barulho
Para quem se afoga: Isopor
Para levar na escola: Condução
Para os dias de folga: Namorado

Para o automóvel que capota: Guincho
Para fechar uma aposta: Paraninfo
Para quem se comporta: Brinde
Para a mulher que aborta: Repouso

Para saber a resposta: Vide-o-Verso
Para escolher a compota: Jundiaí
Para a menina que engorda: Hipofagin
Para a comida das orcas: Krill

Para o telefone que toca
Para a água lá na poça
Para a mesa que vai ser posta
Para você o que você gosta
Diariamente!



Copie as frases abaixo indicadas e comente:

“A verdade é a opinião majoritariamente aceita”
“Conhecimento não é, necessariamente, verdade”
“É possível haver várias opiniões acerca de um tema, mas não várias verdades”
“Minha verdade pode ser diferente da de outras pessoas”
“Fatos são sempre verdadeiros, verdades não são sempre fatos”.