segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Das vantagens de estudar Filosofia. O por quê?


1º Fazer a leitura do texto:



Ora, muitos fazem uma outra pergunta: afinal, para que Filosofia?
É uma pergunta interessante. 

Não vemos nem ouvimos ninguém perguntar, por exemplo, para que matemática ou física? 

Para que geografia ou geologia? 

Para que história ou sociologia? 

Para que biologia ou psicologia? 

Para que astronomia ou química? 

Para que pintura, literatura, música ou dança? 

Mas todo mundo acha muito natural perguntar: Para que Filosofia?


Em geral, essa pergunta costuma receber uma resposta irônica, conhecida dos estudantes de Filosofia: “A Filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”.


Ou seja, a Filosofia não serve para nada. 


Por isso, se costuma chamar de “filósofo” alguém sempre distraído, com a cabeça no mundo da lua, pensando e dizendo coisas que ninguém entende e que são perfeitamente inúteis.



Essa pergunta, “Para que Filosofia?”, tem a sua razão de ser.


Em nossa cultura e em nossa sociedade, costumamos considerar que alguma coisa só tem o direito de existir se tiver alguma finalidade prática, muito visível e de utilidade imediata.

Por isso, ninguém pergunta para que as ciências, pois todo mundo imagina ver a utilidade das ciências nos produtos da técnica, isto é, na aplicação científica à realidade.

Todo mundo também imagina ver a utilidade das artes, tanto por causa da compra e venda das obras de arte, quanto porque nossa cultura vê os artistas como gênios que merecem ser valorizados para o elogio da humanidade.


Ninguém, todavia, consegue ver para que serviria a Filosofia, donde dizer-se: não serve para coisa alguma. (Marilena Chauí)...





2º Ver o vídeo - O que é Filosofia, por Mário Sérgio Cortella 

e responder no caderno as perguntas abaixo:



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a) Em que a Filosofia pode colaborar"..........................................

                      b) Qual a capacidade que a Filosofia nos dá:...............................

                      c) A Filosofia é o conhecimento sobre.........................................

                      d) Até onde vai a Filosofia...........................................................



3º Texto para leitura complementar:







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quarta-feira, 8 de abril de 2020

DIREITOS E DEVERES DOS ADOLESCENTES

A escola é um espaço de construção de conhecimento e cidadania e deve ter como tema permanente o debate sobre o enfrentamento à violência.


É importante discutir a violência não somente do ponto de vista aluno versus aluno. Maria Lourdes Gisi, cita a distinção entre os tipos de violência escolar (Charlot 2005,p.125-126):


 I. Violência praticada no espaço escolar: a que não está ligada às atividades da escola, como é o caso de acertos de contas, brigas entre grupos rivais etc.


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II. Violência dirigida à escola: ligada à depredação do patrimônio ou contra seus professores. 

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III. Violência da escola: é a violência institucional, que afeta os jovens e está relacionada com a organização escolar, sistema de avaliação, palavras desrespeitosas e   atitudes discriminatórias promovidas por quem trabalha na instituição escolar.


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*VAMOS OUVIR E VER O VÍDEO COM O FILÓSOFO MÁRIO SÉRGIO CORTELLA






Portal do Professor - Sherlock Holmes e a Sequência de Fibonacci

Atividade


















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sábado, 28 de março de 2020

Filosofia - Liberdade e Determinismo




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Atividade folha

https://pt.slideshare.net/Alvarenga-48/atividade-de-filosofia-iv-bimestre-1-2-e-3-ano

https://www.slideshare.net/Feliture/filosofia-8-ano
 










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"A invenção da ética"

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Ver o vídeo sobre SÓCRATES   - QUEM FOI?
AQUI

 


.Continua a aula      -     AQUI


Portal do Professor - Sherlock Holmes e a Sequência de Fibonacci

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Atividades      -     AQUI
























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http://mariomarcioquadros.blogspot.com/2010/06/filosofia-invencao-da-etica.html
(CAPISTRANO, Pablo. Simples filosofia: a história da filosofia em 47 crônicas de jornal. Rio de Janeiro: Rocco, 2009. Pp. 49-51.)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Ética e Moral



Ética x Moral: 

Como diferenciar?? ||

Conceitos, definições ||
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Atividade no caderno:



Complete no computador e mostre para a professora

Aqui

Aqui












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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Você é dono do seu destino?


Vamos ao vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=BFmH0LycNdI


Pensar e conhecer

Pedimos somente um pouco de ordem para nos proteger do caos. Nada é mais doloroso, mais angustiante do que um pensamento que escapa a si mesmo, ideias que fogem, que desaparecem apenas esboçadas, já corroídas pelo esquecimento ou precipitadas em outras, que também não dominamos. [...] Perdemos sem cessar nossas ideias. É por isso que queremos tanto agarrar-nos a opiniões prontas. (Gilles Deleuze e Félix Guattari)

A citação acima se refere ao esforço constante que nos anima a conhecer. Diante do caos que não significa vazio, mas desordem; procuramos estabelecer diferenças, semelhanças, contiguidades, sucessão no tempo, causalidades. Desejamos “pôr ordem no caos”, porque só assim poderemos nos situar no mundo e sermos capazes de agir sobre ele.
É isso, portanto, o conhecimento; esse esforço psicológico pelo qual procuramos nos apropriar intelectualmente dos objetos. Quando falamos em conhecimento, podemos nos referir ao ato de conhecer ou ao produto do conhecimento: o primeiro diz respeito à relação que se estabelece entre a consciência que conhece e o objeto a ser conhecido, enquanto o segundo é o que resulta do ato de conhecer, ou seja, o conjunto de saberes acumulados e recebidos pela tradição.
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A capacidade de pensar

O ser humano é o único animal do planeta capaz de pensar sobre o mundo que o cerca. E é claro que isso não é pouco!
Você já pensou na importância de poder pensar? Foi a capacidade de pensar, interligada a outros atributos específicos da nossa espécie, que nos possibilitou sermos o que hoje somos! Em outras palavras: a evolução da espécie humana está totalmente ligada à sua capacidade de pensar, pois foi assim que o homem criou mecanismos de sobrevivência e adaptação ao meio no qual ele vivia, conseguindo fazer uma coisa que nenhum outro animal foi capaz de fazer: interferir sobre a natureza e adequá-la às suas necessidades. Perceba a importância do pensamento!
A atividade de pensar, ou seja, a capacidade de refletir sobre as coisas que nos cercam, é aquilo que chamamos de razão. Quem nunca ouviu a expressão: “o homem é um animal racional”? E é aqui que entra a filosofia. Refletir sobre o sentido da vida, os seus valores e como viver de forma feliz e correta, entre outras coisas, é o ofício da filosofia. Veja que “filosofar” e “pensar” são duas atividades inseparáveis. Entretanto, a prática filosófica busca conhecer e compreender o mundo que nos cerca; isso implica um pensamento organizado e voltado para o conhecimento. Portanto, nem sempre quando pensamos sobre alguma coisa estamos necessariamente filosofando. Não é tão simples assim. Para filosofar, é preciso ter interesse em conhecer.
 Aliás, conhecer sempre foi mais uma necessidade do que um desafio para o homem. 

Desde o início das primeiras civilizações humanas, somos obrigados a superar o desconhecimento por meio de uma série de maneiras, como a observação, por exemplo. Ao observar os pássaros bicando frutos, o homem descobria alimento sem correr o risco de morrer envenenado. Sendo assim, podemos definir o ato de conhecer como relação que se estabelece entre o sujeito que conhece e o objeto a ser conhecido, como também o resultado desse ato.

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 As formas de conhecimento

Mas será que o conhecimento obtido pela prática filosófica é a única forma de se conhecer as coisas? A resposta é não. Existem outras maneiras de se conhecer o mundo que nos cerca.
Vejamos algumas delas, além da filosófica.

O conhecimento mitológico: foi a primeira tentativa de explicação do mundo feita pelo homem, ainda que de uma maneira fantasiosa. Os mitos são carregados de imaginação e crença, o que nos leva a concluir que não passam por uma sistematização do conhecimento. A questão da crença, inclusive, aproxima o mito da religião. O mito é uma representação coletiva, transmitida através de várias gerações e que relata uma explicação do mundo. Trata-se de uma maneira de a sociedade explicar os fenômenos que a cercam, assim como uma tentativa de explicar a si próprio. A filosofia surgiu na Grécia como um esforço de superar o conhecimento mítico.

Mito: relato fabuloso, de caráter religioso, que diz respeito a seres que personificam agentes naturais. O mito tende a fornecer uma resposta e uma explicação satisfatórias. Possui igualmente uma função que assegura a coesão social. (RUSS, J. Dicionário de filosofia. São Paulo: Scipione. 1994, p. 187.)

O conhecimento filosófico: trata-se de um tipo de conhecimento essencialmente teórico adquirido por quem o pratica por meio de uma exaustiva reflexão crítica acerca da realidade, da ação humana e dos seus valores. O filósofo não se contenta em “contar uma história” sobre as origens do mundo e do ser humano; ao contrário, busca entender e explicar racionalmente essas origens, através da sistematização do pensamento. Este raciocínio está ligado a um encadeamento lógico que visa a não cair em contradições. É a razão tentando buscar a realidade e a verdade das coisas.

O conhecimento científico: desenvolvido a partir do conhecimento filosófico, é uma forma de conhecimento elaborado através de métodos rigorosos de investigação, entre eles a utilização da experiência, que busca obter leis de explicação racional e de validade universal para os fenômenos analisados. Antes de tudo, a ciência desconfia da veracidade de nossas certezas, de nossa adesão imediata às coisas, da ausência de crítica e da falta de curiosidade. Por isso, ali onde vemos coisas, fatos e acontecimentos, a atitude científica vê problema obstáculos, aparências que precisam ser explicadas e, em certos casos, afastadas. (CHAUI, M. Filosofia. São Paulo: Ática, 2003, p. 111.)

O conhecimento pelo senso comum: trata-se de um conhecimento espontâneo resultante das experiências vivenciadas pelos seres humanos no cotidiano da sua existência, isto é, no seu dia a dia. Trata-se de um conjunto de ideias que nos permite interpretar a realidade, bem como de um corpo de valores que nos ajuda a avaliar, julgar e, portanto, agir. O senso comum, porém, não é refletido e se encontra misturado a crenças e preconceitos. É um conhecimento ingênuo (não-crítico), fragmentário (porque difuso, assistemático e muitas vezes sujeito a incoerências) e conservador (resistente às mudanças). Por não ser um conhecimento adquirido de maneira mais sistematizada, um dos grandes problemas que podem ser gerados pelo senso comum é o preconceito em geral.
Com isso não queremos desmerecer a forma de pensar do indivíduo comum, mas apenas enfatizar que o primeiro nível de conhecimento precisa ser superado em direção a uma abordagem crítica e coerente, características que não precisam se restringir necessariamente às formas mais requintadas de conhecer, tais como a ciência ou a filosofia. Em outras palavras, o senso comum precisa ser transformado em bom senso, entendido como elaboração coerente do saber e como explicitação das intenções conscientes dos indivíduos livres. Segundo o filósofo Gramsci, o bom senso é "o núcleo sadio do senso comum". Qualquer pessoa, estimulada no exercício de compreensão e crítica, torna-se capaz de juízos sábios, porque vitais, isto é, orientados para sua humanização. 
 Senso comum: compreensão de mundo que é fruto de crenças e tradições, das quais nos aproximamos por meio dos sentidos, da memória, dos hábitos, dos desejos, da imaginação, da razão. Pelo senso comum, fazemos julgamentos, estabelecemos projetos de vida, adquirimos convicções e confiança para agir.” (ARANHA, M. L. A., MARTINS, M. H. P. Temas de filosofia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2005, p. 144.)

O conhecimento pela arte: toda obra de arte expressa uma visão de mundo, pois representa a maneira pela qual seu autor percebe a realidade que o cerca, entre outras coisas. Portanto, quando nos deparamos com uma obra de arte e buscamos interpretá-la, estamos adquirindo um tipo de conhecimento que tem relação com nosso interior, ou seja, com nossa subjetividade. Contudo, esse tipo de conhecimento é tão complexo quanto o filosófico e o científico, pois requer sensibilidade e proximidade com a história da arte.



Atividade












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sábado, 25 de janeiro de 2020

Filosofia e Cidadania


O que é Ética e Cidadania? 
Como deve ser praticada?
Como vocês lidam com ela?

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Ilha das Flores

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Obs.: Este é um curta metragem que foi gravado em Porto Alegre em 1989. Apesar de ter sido gravado há muitos anos, o problema permanece atual nas mais diversas esferas e interpretações.





- ATIVIDADE DE PESQUISA VALENDO 1,0 

- COLOCAR AS QUESTÕES NO CADERNO.













Pesquisa:

Continuar a aula>
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=25427

O QUÊ É FILOSOFIA?

Vamos iniciar?


A palavra Filosofia é de origem grega, e significa “amor à sabedoria”. Filosofar quer dizer refletir sobre questões fundamentais da vida humana porque quem o faz sente que precisa de uma resposta a essas questões para viver melhor.

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Filosofa – mesmo sem saber  – quem se pergunta, por exemplo, como deveria ser uma sociedade justa, ou como distinguir entre o que verdadeiramente sabemos e o que apenas opinamos. 

Também filosofa que busca a maneira correta de enfrentar um dilema moral, ou quem quer saber se a existência humana tem um significado.

É possível que todo ser humano – não importando a época ou a cultura – tenha formulado para si tais perguntas, como o atesta a literatura: “Ser ou não ser, eis a questão” (Shakespeare) é uma inquietação filosófica.
Podemos denominar a essa ocupação universal de Filosofia espontânea. 

Dela se diferencia a Filosofia acadêmica, uma atividade intelectual que foi, por assim dizer, inventada pelos gregos séculos antes de Cristo e que faz parte importante da tradição cultural ocidental. É a Filosofia estudada, ensinada e discutida nas Universidades. 

E os filósofos (profissionais, poderíamos dizer) são aquelas pessoas que dedicam sua vida a refletir de maneira sistemática e rigorosa sobre as questões filosóficas.

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A Filosofia acadêmica tem diversas áreas, sendo as principais: 

- a Lógica, que estuda as formas de raciocínio correto, diferenciando-as das formas equivocadas pelas que podemos ser enganados. 
- A Epistemologia ou Teoria do Conhecimento, em que se indaga sobre a natureza do conhecimento humano, seus fundamentos, variedades e limites. 
- A Ontologia, o ramo da Filosofia em que tratamos de esclarecer em que consiste dizer que algo existe, ou que é real, à diferença de ficções (os números, por exemplo, existem?). - A Ética, que pesquisa os fundamentos dos juízos morais. 
- A Filosofia Política, endereçada a compreender e questionar a organização da vida social e o exercício do poder. 
- A Filosofia da Linguagem, que analisa esse instrumento básico da humanidade. 
- E a Estética, cujo interesse gira em torno da experiência artística.


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Como se pode advertir, a Filosofia é uma atividade intelectual muito abrangente. 

À diferença das ciências, ela não está limitada a um setor ou aspecto da realidade. 

Pode-se filosofar a propósito de tudo quanto desperta nossa admiração ou provoca nossa dúvida. 
E filosofamos, não apenas na solidão do nosso pensamento, mas em diálogo com os demais homens. Em particular, lendo as obras dos filósofos famosos (Platão, Aristóteles, Descartes, Kant, Nietzsche, Habermas…) que são aqueles pensadores que formularam de maneira particularmente rigorosa as questões filosóficas, de tal modo que suas ideias ainda hoje podem nos ajudar a compreendê-las e respondê-las.






ATIVIDADE

1. Qual o significado da palavra Filosofia?

2. quando é que você filosofa mesmo sem saber?

3. Quando a Filosofia é considerada espontânea?

4. Quando a Filosofia é considerada acadêmica?





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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

A PALAVRA FILOSOFIA

A palavra filosofia é grega. 

É composta por duas outras: philo e sophia. 

Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. 

Sophia quer dizer sabedoria e dela vem a palavra sophos, sábio.

Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. 
Filósofo: o que ama a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber.

Assim, filosofia indica um estado de espírito, o da pessoa que ama, isto é, deseja o conhecimento, o estima, o procura e o respeita.

Atribui-se ao filósofo grego Pitágoras de Samos (que viveu no século V antes de Cristo) a invenção da palavra filosofia. 



O filósofo

O que é um filósofo? 

É alguém que pratica a filosofia, em outras palavras, que se serve da razão para pensar o mundo e sua própria vida, a fim de se aproximar da sabedoria ou da felicidade.

E isso se aprende na escola?
 Tem de ser aprendido, já que ninguém nasce filósofo e já que a filosofia é, antes de mais nada, um trabalho. 
Tanto melhor se ele começar na escola. 
O importante é começar, e não parar mais. 
Nunca é cedo demais nem tarde demais para filosofar...

André-Comte Sponville

Dicionário Filosófico




 Pitágoras teria afirmado que a sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas que os homens podem desejá-la ou amá-la, tornando-se filósofos.

    Dizia Pitágoras que três tipos de pessoas compareciam aos jogos olímpicos (a festa mais importante da Grécia):
1- as que iam para comerciar durante os jogos, ali estando apenas para servir aos seus próprios interesses e sem preocupação com as disputas e os torneios;
               
       
2- as que iam para competir, isto é, os atletas e artistas (pois, durante os jogos também havia competições artísticas: dança, poesia, música, teatro);

                                           












3- e as que iam para contemplar os jogos e torneios, para avaliar o desempenho e julgar o valor dos que ali se apresentavam.

Esse terceiro tipo de pessoa, dizia Pitágoras, é como o filósofo.


Com isso, Pitágoras queria dizer que o filósofo não é movido por interesses comerciais - não coloca o saber como propriedade sua, como uma coisa para ser comprada e vendida no mercado;
também não é movido pelo desejo de competir - não faz das ideias e dos conhecimentos uma habilidade para vencer competidores ou “atletas intelectuais”;
Mas é movido pelo desejo de observar, contemplar, julgar e avaliar as coisas, as ações, a vida: em resumo, pelo desejo de saber. 

A verdade não pertence a ninguém, ela é o que buscamos e que está diante de nós para ser contemplada e vista, se tivermos olhos (do espírito) para vê -la.




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Atividade Obrigatória
Acesse o link abaixo e responda
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